Sabe quando alguém faz algo tão ridículo que você sente vergonha por essa pessoa? Pois é, como quando Xuxa resolveu lançar aquele DVD para baixinhos, onde ela fazia caras e bocas para cantar e dançar aquelas dancinhas sem graça. Eu senti tanta vergonha pela Loira.
Essa semana quase não coloco a cabeça fora de casa de tanta vergonha. Um certo jogador de 58 anos atingiu a incrível façanha de marcar seu primeiro gol na carreira depois de oito como “profissional”. Claro que estou falando de Pedro Ribeiro de Lima, ou melhor, Seu Pedro, o jogador mais velho em atividade no mundo.
O curioso, é que o fato aconteceu bem próximo de outro jogador atingir uma marca histórica. Romário deve fazer seu milésimo gol em poucos dias, e não sossegará enquanto não realizar o feito. E tem que ser no Maracanã.
Bem mais modesto, Seu Pedro fez seu golzinho no Amigão, em Campina Grande contra o Campinense. Fiquei com vergonha por várias pessoas. A primeira, é claro, foi por ele próprio. Lembro de quando era criança ser sempre chamado para jogar as peladas. Na época acreditava que minhas habilidades futebolísticas eram apreciadas pelos meus amigos que sempre faziam questão de me chamar em casa.
Contudo, hoje vejo sob outro ângulo. Coincidentemente eu era o dono da bola e caso não fosse ninguém jogaria. Cheguei a essa conclusão após observar que sempre disputava a primeira partida. Mas depois ninguém fazia questão da minha presença no time. Assim é Seu Pedro. Só joga porque não só é dono da bola como do time.
Mas sinto vergonha por seus parentes também. Eu acharia ridículo ver meu pai sendo alvo de chacota por parte da imprensa, torcida e até de certos blogueiros que acham que entendem alguma coisa de futebol.
Todavia, a maior vergonha eu sinto pelo futebol paraibano. Imagine quando alguém de qualquer outro Estado da federação lê algo sobre os times locais e descobre que tem jogador até de 58 anos. Conclui-se imediatamente que um campeonato assim não tem credibilidade. A não ser que fosse na categoria Máster. O que não é.
Antes de mais nada, quero deixar claro que também sinto vergonha por Romário, que já poderia ter parado há muito tempo, ao invés de ficar mendigando gol pelo mundo afora como fez ano passado. Mas pelo menos ele tem uma história. Jogou e ainda joga porque tem qualidade para isso. Seu Pedro não. É apenas por ser o dono da bola.
Contudo, espero que assim como o Baixinho, que prometeu encerrar a carreira quando atingisse o milésimo gol, Seu Pedro faça o mesmo agora que atingiu o primeiro. Dificilmente ele vai achar outro goleiro que deixe a bola entrar para ele fazer seu segundo tento.
sábado, 31 de março de 2007
quinta-feira, 29 de março de 2007
Misturinha do Auto Esporte não deu em nada
Misturinha. Sabe quando você não sabe o que definir certas diferenças ou escolher entre uma ou outra coisa e diz: é uma misturinha. Como quando ainda estava na faculdade e o professor perguntou a uma colega de classe que tipo de texto ela faria para um determinado trabalho. Ela olhou para o mestre e respondeu: Ah, é uma misturinha. O professor quase vai à loucura.
Porém, outras vezes cabe bem a palavra. Um bom exemplo pôde ser visto no último jogo do Auto Esporte pelo Campeonato Paraibano. Se alguém me perguntasse qual a formação adotada pelo treinador do time automobilista eu diria na bucha: É uma misturinha. E estaria sendo preciso.
Se não, acompanhe-me: o time passou toda a pré-temporada do segundo turno e os dias que antecederam o jogo treinando no 3-5-2. Foi assim que o time entrou em campo. A partida rolava e os jogadores batiam cabeça. Era um verdadeiro exemplo de falta de educação tática. Os atletas simplesmente não conseguiam absorver o esquema. Mas até que tudo ia bem, até que a equipe adversária ganhou um gol.
E quem deu foi o mão de lodo Mazinho. A bola passou no meio das pernas do vigia-de-barra. É bom deixar logo claro que o atleta fez defesas incríveis no decorrer do jogo e se redimiu do lance. Mas levou o gol. A partir de então, com a desvantagem no placar, técnico do Auto mudou o esquema. Agora era 4-4-2. Isso com 30 min de jogo. O time empatou o jogo.
Na volta do segundo tempo, nova mudança: 4-3-3. A equipe criava mas não fazia gols. Até que aos 25 min, ele mudou de novo. Voltou para o 4-4-2. O time abriu dois gols de vantagem e todo mundo conhece o final da história.
Fico na dúvida se o comandante estava buscando oportunidades, uma vez que via as falhas do adversário, ou se era desespero puro e simples. O fato é que a misturinha no fim das contas não deu certo.
Porém, outras vezes cabe bem a palavra. Um bom exemplo pôde ser visto no último jogo do Auto Esporte pelo Campeonato Paraibano. Se alguém me perguntasse qual a formação adotada pelo treinador do time automobilista eu diria na bucha: É uma misturinha. E estaria sendo preciso.
Se não, acompanhe-me: o time passou toda a pré-temporada do segundo turno e os dias que antecederam o jogo treinando no 3-5-2. Foi assim que o time entrou em campo. A partida rolava e os jogadores batiam cabeça. Era um verdadeiro exemplo de falta de educação tática. Os atletas simplesmente não conseguiam absorver o esquema. Mas até que tudo ia bem, até que a equipe adversária ganhou um gol.
E quem deu foi o mão de lodo Mazinho. A bola passou no meio das pernas do vigia-de-barra. É bom deixar logo claro que o atleta fez defesas incríveis no decorrer do jogo e se redimiu do lance. Mas levou o gol. A partir de então, com a desvantagem no placar, técnico do Auto mudou o esquema. Agora era 4-4-2. Isso com 30 min de jogo. O time empatou o jogo.
Na volta do segundo tempo, nova mudança: 4-3-3. A equipe criava mas não fazia gols. Até que aos 25 min, ele mudou de novo. Voltou para o 4-4-2. O time abriu dois gols de vantagem e todo mundo conhece o final da história.
Fico na dúvida se o comandante estava buscando oportunidades, uma vez que via as falhas do adversário, ou se era desespero puro e simples. O fato é que a misturinha no fim das contas não deu certo.
terça-feira, 27 de março de 2007
Já começou a caça às bruxas no Botafogo? Vamos com calma
No futebol a coisa á simples. Sempre que uma equipe não vai bem troca-se o técnico. O assunto da vez, ou melhor, a cabeça da vez é a de Washington Lobo, treinador do Botafogo. Ele foi o responsável pela montagem do time no começo do ano. Aquele mesmo time cuja campanha culminou com uma eliminação em pleno Almeidão para o Esporte de Patos. Nada contra o time patoense, mas vamos e convenhamos, o Botafogo tinha obrigação de se classificar naquela partida.
Tudo bem, a equipe foi desclassificada e um processo de renovação foi iniciado. No último fim de semana, sete novos contratados estavam em campo. E o resultado? Outra vez decepcionante. Aí o torcedor questiona a permanência do treinador. Afinal de contas, a diretoria fez a sua parte e contratou todos os jogadores solicitados pelo técnico. Certo? Errado.
Ora, vejamos. Esses atletas que aportaram recentemente na Maravilha do Contorno foram solicitados não agora, após a eliminação no primeiro turno, mas desde o início do ano. Qual o torcedor que não está saturado de ouvir dizer que Esquerdinha resolve sua situação até segunda? Que Joãozinho vem, aliás não vem, ou melhor, ele vem sim, mas pode ser que não... Se o treinador solicitou as contratações desde o início do ano e elas só chegaram agora, não podemos colocar a culpa nele.
E de quem é a culpa? Sinceramente, isso não vem ao caso. O problema é que a história se repete. Em 2003 aconteceu a mesma coisa e o Botafogo foi campeão. Foi mal no primeiro turno, Washington era o técnico e Miltinho chegou para as disputas do segundo. O torcedor reza para ter repeteco. Não sei se é o melhor a fazer. Afinal, podem achar que esse é o caminho. Que planejamento e organização é coisa para os fracos. Fracos como o São Paulo, três vezes Campeão do Mundo.
Pois é, acham que futebol é simples, mas a coisa é bem mais complicada.
Tudo bem, a equipe foi desclassificada e um processo de renovação foi iniciado. No último fim de semana, sete novos contratados estavam em campo. E o resultado? Outra vez decepcionante. Aí o torcedor questiona a permanência do treinador. Afinal de contas, a diretoria fez a sua parte e contratou todos os jogadores solicitados pelo técnico. Certo? Errado.
Ora, vejamos. Esses atletas que aportaram recentemente na Maravilha do Contorno foram solicitados não agora, após a eliminação no primeiro turno, mas desde o início do ano. Qual o torcedor que não está saturado de ouvir dizer que Esquerdinha resolve sua situação até segunda? Que Joãozinho vem, aliás não vem, ou melhor, ele vem sim, mas pode ser que não... Se o treinador solicitou as contratações desde o início do ano e elas só chegaram agora, não podemos colocar a culpa nele.
E de quem é a culpa? Sinceramente, isso não vem ao caso. O problema é que a história se repete. Em 2003 aconteceu a mesma coisa e o Botafogo foi campeão. Foi mal no primeiro turno, Washington era o técnico e Miltinho chegou para as disputas do segundo. O torcedor reza para ter repeteco. Não sei se é o melhor a fazer. Afinal, podem achar que esse é o caminho. Que planejamento e organização é coisa para os fracos. Fracos como o São Paulo, três vezes Campeão do Mundo.
Pois é, acham que futebol é simples, mas a coisa é bem mais complicada.
segunda-feira, 26 de março de 2007
Primeira impressão é que fica? Coitado do Botafogo
E por falar em futebol... Na terrinha, neste fim de semana, teve início o segundo turno do Campeonato Paraibano. As maiores torcidas do Estado esperavam comemorar os primeiros três pontos do returno, mas os “pequenos” pregaram peças e seus torcedores é que festejaram. Nesta rodada, destaco como decepção a estréia do Botafogo. Horrível a impressão que deixou.
O time chegou cheio de novidades e prometia apresentar mudanças em relação à decepcionante campanha do primeiro turno. Foram oito estréias. Tudo bem, 7, se você levar em consideração que Gilberto já fazia parte do elenco, embora nunca tivesse começado uma partida como titular. Contudo, mesmo com Joãozinho, Miltinho e Cia, a equipe voltou a apresentar erros que o torcedor não agüenta mais.
Chega a dar pena ver o pobre Rafael Freitas correr feito um louco para buscar uma bola perdida e quando consegue, procura alguém para tocar e... Pois é, não aparece ninguém. O técnico parece não ver isso. Pois de outra forma, teria no mínimo dado uns gritos em seus meias para que eles tivessem, pelo menos, a consideração de acompanhar a jogada.
Por falar no meio-de-campo, houve uma melhora considerável em relação ao antigo time. Mas ainda falta muita coisa para chegar ao ideal. Ficou visível a melhoria na qualidade do passe com as entradas de Miltinho e Joãozinho, mesmo com a alta quantidade de erros. Anderson é outro que merece destaque. Mostrou que sabe marcar e sair jogando. Neste setor, o que se precisa é tempo para entrosar. Os jogadores ainda mostram que não se conhecem dentro de campo. O problema é que Washington Lobo não terá o tempo necessário para resolver o impasse.
Na defesa, ai meu Deus! É isso que vem à mente do torcedor quando o time está na frente do marcador e vem uma bola cruzada na área. Fiz questão de destacar a frase em negrito porque é apenas nestes momentos que a defesa pára. Quando está ganhando, é comum dar um branco generalizado e o time sofrer cada gol ridículo. O torcedor não pode nem reclamar de Hudson. É outro pobre coitado. Só enfrenta o atacante adversário cara a cara.
É outro time? É. Portanto, não dá para fazer uma análise definitiva. Virão outros jogos e a equipe será melhor avaliada e acredito em uma crescente, principalmente nas próximas duas partidas, que devem ser encaradas como finais. Até porque, se perder, o alvinegro pode dar adeus ao campeonato.
Todavia, a primeira impressão após a partida diante da Desportiva é que Washington terá (e muito) trabalho para levar esse time ao ideal. Ele, porém, tem um desafio ainda maior: o tempo. A nós, resta esperar para ver.
O time chegou cheio de novidades e prometia apresentar mudanças em relação à decepcionante campanha do primeiro turno. Foram oito estréias. Tudo bem, 7, se você levar em consideração que Gilberto já fazia parte do elenco, embora nunca tivesse começado uma partida como titular. Contudo, mesmo com Joãozinho, Miltinho e Cia, a equipe voltou a apresentar erros que o torcedor não agüenta mais.
Chega a dar pena ver o pobre Rafael Freitas correr feito um louco para buscar uma bola perdida e quando consegue, procura alguém para tocar e... Pois é, não aparece ninguém. O técnico parece não ver isso. Pois de outra forma, teria no mínimo dado uns gritos em seus meias para que eles tivessem, pelo menos, a consideração de acompanhar a jogada.
Por falar no meio-de-campo, houve uma melhora considerável em relação ao antigo time. Mas ainda falta muita coisa para chegar ao ideal. Ficou visível a melhoria na qualidade do passe com as entradas de Miltinho e Joãozinho, mesmo com a alta quantidade de erros. Anderson é outro que merece destaque. Mostrou que sabe marcar e sair jogando. Neste setor, o que se precisa é tempo para entrosar. Os jogadores ainda mostram que não se conhecem dentro de campo. O problema é que Washington Lobo não terá o tempo necessário para resolver o impasse.
Na defesa, ai meu Deus! É isso que vem à mente do torcedor quando o time está na frente do marcador e vem uma bola cruzada na área. Fiz questão de destacar a frase em negrito porque é apenas nestes momentos que a defesa pára. Quando está ganhando, é comum dar um branco generalizado e o time sofrer cada gol ridículo. O torcedor não pode nem reclamar de Hudson. É outro pobre coitado. Só enfrenta o atacante adversário cara a cara.
É outro time? É. Portanto, não dá para fazer uma análise definitiva. Virão outros jogos e a equipe será melhor avaliada e acredito em uma crescente, principalmente nas próximas duas partidas, que devem ser encaradas como finais. Até porque, se perder, o alvinegro pode dar adeus ao campeonato.
Todavia, a primeira impressão após a partida diante da Desportiva é que Washington terá (e muito) trabalho para levar esse time ao ideal. Ele, porém, tem um desafio ainda maior: o tempo. A nós, resta esperar para ver.
Cada um com sua verdade e Sísifo com sua pedra na montanha
Ah, a verdade! Ela é o pilar que sustenta o jornalismo. Aprendi na academia que, como jornalista, devo ter compromisso com a verdade e buscá-la a todo e qualquer preço. De outra forma, estaria indo de encontro ao inabalável Código de Ética que rege a profissão.
O problema é que, também nos bancos acadêmicos, aprendi que a verdade nunca é alcançada. A busca dela é o famoso “Trabalho de Sísifo”. O professor de Filosofia citava bastante este exemplo, ao ponto em que com apenas 10 min de aula por dia, era esse o tempo que conseguia ficar acordado, eu soube que o tal de Sísifo rolava uma pedra ribanceira acima e quando chegava ao topo, a danada caía do outro lado, e lá ia o pobre Sísifo rolá-la para cima novamente.
Se ele fosse mais esperto, daria um jeito da pedra ficar no topo. Que colocasse um “calço” ou até mesmo mudasse de montanha. Uma que fosse mais plana em seu cume. Tive esta idéia baseado em outra aula durante o curso: Legislação e Ética. Essa eu dormia pouco. Só depois de 15 min era que caía em sono profundo ou tinha minha atenção desviada para as bolinhas e os bilhetinhos de papel que insistiam em se fazer presentes.
Basicamente, dizia que a verdade dependia de um ponto de vista. Então bastava escolher um certo ângulo para analisar e estava resolvido o problema. Ou seja, estava aí meu “calço”.
Porém, a coisa é mais complicada do que parece. Os professores teimavam em afirmar que o que é verdade para mim, pode não ser para outra pessoa. Lá estava eu novamente empurrando a pedra para cima feito Sísifo.
Contudo, devo admitir que minha paciência é bem menor que a do meu companheiro rolador de pedra. Como não vou ficar remoendo essa bendita rocha, e esse blog serve justamente para dar meu ponto de vista, tenho mais é que escolher o ângulo que achar adequado e encarar a verdade que estiver ali. Resolvido!
Aqui o assunto será o futebol paraibano. E minha modesta opinião sobre o assunto. Ponto final!
E na empresa em que trabalho como jornalista e preciso contar os fatos sem emitir opinião? É melhor deixar esse assunto para outra hora, pois já estou ficando confuso de novo, e o tal Sísifo está me chamando para ajudar a rolar a bendita pedra. Vou é falar de futebol que é melhor.
O problema é que, também nos bancos acadêmicos, aprendi que a verdade nunca é alcançada. A busca dela é o famoso “Trabalho de Sísifo”. O professor de Filosofia citava bastante este exemplo, ao ponto em que com apenas 10 min de aula por dia, era esse o tempo que conseguia ficar acordado, eu soube que o tal de Sísifo rolava uma pedra ribanceira acima e quando chegava ao topo, a danada caía do outro lado, e lá ia o pobre Sísifo rolá-la para cima novamente.
Se ele fosse mais esperto, daria um jeito da pedra ficar no topo. Que colocasse um “calço” ou até mesmo mudasse de montanha. Uma que fosse mais plana em seu cume. Tive esta idéia baseado em outra aula durante o curso: Legislação e Ética. Essa eu dormia pouco. Só depois de 15 min era que caía em sono profundo ou tinha minha atenção desviada para as bolinhas e os bilhetinhos de papel que insistiam em se fazer presentes.
Basicamente, dizia que a verdade dependia de um ponto de vista. Então bastava escolher um certo ângulo para analisar e estava resolvido o problema. Ou seja, estava aí meu “calço”.
Porém, a coisa é mais complicada do que parece. Os professores teimavam em afirmar que o que é verdade para mim, pode não ser para outra pessoa. Lá estava eu novamente empurrando a pedra para cima feito Sísifo.
Contudo, devo admitir que minha paciência é bem menor que a do meu companheiro rolador de pedra. Como não vou ficar remoendo essa bendita rocha, e esse blog serve justamente para dar meu ponto de vista, tenho mais é que escolher o ângulo que achar adequado e encarar a verdade que estiver ali. Resolvido!
Aqui o assunto será o futebol paraibano. E minha modesta opinião sobre o assunto. Ponto final!
E na empresa em que trabalho como jornalista e preciso contar os fatos sem emitir opinião? É melhor deixar esse assunto para outra hora, pois já estou ficando confuso de novo, e o tal Sísifo está me chamando para ajudar a rolar a bendita pedra. Vou é falar de futebol que é melhor.
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